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9 dicas para escolher a melhor escola para o seu filho
Educação

9 dicas para escolher a melhor escola para o seu filho

O momento da matrícula dos estudantes em uma escola costuma gerar uma série de dúvidas, incertezas e questionamentos, provocados pela ânsia natural de optar pela melhor. Esse costuma ser, também para a maioria dos responsáveis, um período de angústia e peregrinação, sempre acompanhado da indagação: que critérios devem ser considerados nessa escolha? Afinal, essa decisão pode ter grande impacto para a vida toda. A família no meio.

A função da escola é transmitir o conhecimento acumulado pela humanidade e proporcionar ao indivíduo instrumentos para compreender, assimilar, criticar e fazer avançar esse conhecimento. Também tem a importante função de formar cidadãos bem informados, com visão crítica, reflexivos e criativos. Portanto, quanto mais um indivíduo adquirir essas habilidades, melhor para todos: para ele, para os mais próximos e, especialmente, para a sociedade.

Uma boa escola deve estabelecer metas elevadas, porém realistas; sendo capaz de apoiar os alunos com maior dificuldade para que eles sempre estejam aptos a tentar a superação.

Seguem algumas dicas que podem ajudar na hora dessa importante escolha:

1. Desempenho dos alunos no ENEM e aprovação no vestibular.

Esse talvez seja um dos critérios mais importantes nessa escolha. É um sinal da seriedade da escola e de sua capacidade de conciliar seu projeto com a realidade da sociedade. Diversos fatores estão relacionados com esse bom desempenho dos alunos, que vão desde o projeto pedagógico e do corpo docente, até o apoio emocional aos estudantes nesse momento  tão decisivo. Muitas escolas, inclusive, têm contratado “coaches” educacionais, que além de motivar e assessorar o professor para que ele alcance seus objetivos por meio do “coaching”, consegue ainda engajar e estimular os alunos a buscarem melhores resultados através do melhor condicionamento sócioemocional, proporcionando também um autoconhecimento que os permita identificar seus pontos de melhoria em relação às disciplinas escolares e a trabalhar isso de forma mais assertiva, ou seja, buscando potencializar seus conhecimentos e identificar e eliminar aquelas dificuldades que prejudicam o aprendizado.

2. Formação da equipe.

A formação dos profissionais é algo que realmente não pode e nem deve ser desprezado pelos responsáveis. Avalie qual é a política de seleção da equipe, quais as exigências para a contratação dos profissionais e a rotatividade da equipe e, principalmente, o mais importante: se há investimento na continuidade dos estudos para que se mantenham atualizados. É sempre um bom sinal quando há, dentro da equipe, mestres e doutores em suas respectivas áreas.

3. Proposta de Ensino.

Fique atento à proposta pedagógica do colégio e como ela é operacionalizada em sala de aula. Procure saber a dosimetria de trabalho na escola e em casa e se o foco está no desenvolvimento de habilidades e competências dos estudantes.  Sua expectativa pode ser a de que seu filho conseguirá entrar em uma boa universidade e terá melhores oportunidades profissionais no futuro. Ou pode estar mais preocupado com a formação artística e desenvolvimento do senso crítico. Pode ainda priorizar a prática de atividades extracurriculares, como aulas sobre empreendedorismo e educação financeira. Em todos esses casos, contar com uma proposta bem definida, alicerçada sobre teorias educacionais consolidadas, também é muito importante.

4. Distância.

Longos deslocamentos sempre geram desgaste físico e emocional. O ideal e mais confortável é escolher uma boa escola com uma boa localização. Nada mais que o velho princípio de juntar o útil e o agradável. Chegar cansado pode interferir na produção escolar.

5. Faça as contas.

Além do valor da mensalidade é preciso pôr na ponta do lápis outras despesas, como aulas extracurriculares, lanches, uniformes e lista de materiais. Assim, será possível chegar ao investimento real da escola e do impacto que ela terá no seu orçamento. Muitas escolas  trabalham hoje com provas com vistas a bolsas de estudos parciais, os chamados bolsões. Aproveite essa oportunidade.

6. Reputação da escola.

Como é a imagem da instituição de ensino do lado de fora dos seus muros? O que antigos alunos têm a dizer sobre a experiência de ter estudado ali.  Busque opiniões alheias e referências em seu ambiente de relações e confiança. Você pode também  conversar com alguns pais e alunos no horário de entrada ou de saída. É importante que se procurem impressões externas que confirmem sua opinião positiva em relação à escola e não apenas quanto ao desempenho dos alunos.

7. Opinião do estudante.

Importantíssimo. A opinião dos futuros alunos também se torna indispensável na escolha da instituição de ensino, não importando qual idade possuam. Tenha sempre isso em consideração, porque seu filho é quem conviverá naquele ambiente.

8. Diálogo com a família do aluno.

O acompanhamento da vida escolar é fundamental para garantir o melhor desempenho. É preciso conferir se, além das reuniões, o colégio mantém outras formas de comunicação com os pais, como palestras de orientação, convites para eventos, e-mails com informações, além de estar disponível para atender sempre os responsáveis quando necessário. A disponibilidade ao diálogo é sinalização positiva e deve ser permanentemente considerada.

9. Ambiente acolhedor.

Sabe aquele ditado “A primeira impressão é a que fica”? É realmente fundamental fazer uma visita à instituição e observar o jeito como você será recebido. Procure sentir, também, como transparece ser o relacionamento entre as pessoas. A educação já começa na porta de entrada. Todos, desde os funcionários, como recepcionistas, inspetores ou zeladores, têm uma função educadora. Boas escolas constroem ambientes acolhedores, em que as pessoas se respeitam, são amáveis umas às outras e resolvem seus conflitos exclusivamente pelo diálogo.

Essas dicas, certamente, irão contribuir para uma boa escolha. Afinal, grande parte da construção social e pessoal do seu filho dependerá da escola que ele frequentará. E seu futuro profissional, também. Por toda a vida.

Não se esqueça: a boa escola tem um compromisso acadêmico sério, dá atenção individual aos alunos e proporciona boa convivência e diálogo com seus alunos e suas respectivas famílias. Atua no particular e no coletivo.

Informa, forma e transforma.

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